Thursday, March 30, 2006
24/03/06
Bonjour Monsieurs et Madames, on arrive à Paris, station de Austerlitz, dans quelques minutes. Foi com esta frase no intercomunicador do comboio que acordei às 6 e 25 da manhã. Fazia mau tempo na janela do comboio, assim como faria durante toda a estadia Paris. Paris, a capital da Europa, e noutros tempos, do mundo. A estação era grandiosa, como todos os edíficios da cidade. Mal sai do comboio com a minha mala de 20 e tal kg procuramos a estação de metro mais próxima para ir para o auberge de jeunesse 3 ducks, que tinhamos reservado na internet. A pousada de juventude tinha um bar simpático mas uns quartos e umas casas de banho um pouco beras.

De toute façon, mais importante do que os sítios são as pessoas, e viriamos a conhecer duas alemãs bem simpáticas e um americano também muito porreiro no quarto para 8 em que dormimos. Mal pousamos as malas fomos a pé em direcção à Tour Eiffeil que ficava só a 15 minutos a pé do sítio onde ficámos. Depois de alguns quarteirões, lá estava ela, majestosa, imponente, indiferente ao passar dos 117 anos desde a sua construção para a exposição internacional de Paris de 1889. Já a tinha visto mas pareceu que foi a primeira vez, com 11 anos não ligamos a estas coisas.



O tempo estava não estava famoso, mas seria o melhor que conseguiriamos em Paris, depois deste dia ficou sempre a chover. Chegamos às 9 e 25 à torre, os elevadores abriam às 9 e meia, perfeito. Primeiro andar, o edíficio do Trocadéro era enorme, segundo andar, o seine começava a mostrar os seus contornos, a natureza a delinear os contornos de uma grande cidade, sommeil (topo), uma cidade sem limites em 360º a 287 metros de altura, vraiment uncroyable. Cidade a toda a volta até ao limite do humanamente possível de observar. A olho nu deu para ver o petit palais ao lado do grand palais, o trócádero, o hotel des invalides, a avenida dos champs elysées delimitada pelo Louvre e pelo obelisco de um dos lados e pelo arco do triunfo do outro. Deu para ver ainda a parte nova da cidade, la defénse, com os seus arranha céus imponentes. Ficamos seguramente uma hora a tirar fotografias, a fazer videos, ou simplesmente a aproveitar um momento invulgar.






Depois deste momento seguimos também a pé em direcção ao arco do triunfo. Quando lá chegámos, já com 5 km nas pernas, o trânsito de Paris já se fazia notar a meio da manhã. Como queria ter feito aquela rotunda enorme também no meu carro, estava tanta gente a conduzir ali naquele momento, talvez um dia... Depois de ver aquele monumento enorme onde se cruzam 11 das mais importantes avenidas de Paris seguimos a pé pela avenida dos champs elysées até ao grand palais e ao petit palais, dois palacios imponentes (o petit palais seria sem sombra de dúvidas o maior monumento de Portugal caso estivesse em Lisboa). Pelo caminho, havia as montras mais caras do mundo, Cartier, Louis Vuitton, Channel, mas para mim, muito mais importante, uma exposição de todos os formula 1 da renault desde o tempo do Alain Prost, o melhor piloto francês de todos os tempos. Como neste dia ainda queriamos ver o Louvre, deixamos para outro dia a visita a esta exposição. Depois de passarmos duas vezes sobre o Seine e de comermos o almoço à chuva fomos até ao maior museu do mundo, mas não sem antes bebermos uma super bock na praça da concórdia, bem ao pé do obelisco.
Cheers a Paris, claro.






Quando entramos no Louvre já tinhamos seguramente mais de 10 km nas pernas e mal eu sabia que iamos fazer outros 10 km dentro de um museu que eu não me engano muito na comparação se disser que é mais ou menos do tamanho do centro de Aveiro, bairro do liceu incluido. A entrada é magnífica, uma piramide em vidro muito moderna, pela qual se desce para uma enorme sala, o choque entre o moderno e o antigo em que se conseguiu realçar o antigo em vez de o estragar. Foram 6 horas e meia de Louvre. Não, não perdemos muito tempo em cada obra de arte, pelo contrário, vimos tudo a correr e houve uma ala do museu que não chegamos a visitar. É mesmo muito grande. Não é o estilo de arte que mais aprecio, prefiro o impressionismo, mas gostei muito de ver os quadros do Delacroix, a mona lisa do Da Vinci e a Venus de milo. A parte egipcia também era muito boa.




Depois do Louvre e de jantarmos umas sandes fomos até à estalagem onde conhecemos no nosso quarto primeiro duas Alemãs muito simpáticas a quem oferecemos um copo de Bordeux, e depois dois americanos. Mas nem tudo foi tão simples assim, quando o primeiro americano que conhecemos acabou de sair do quarto depois de dizer "This city is awesome dewd" "Oh man, thats amazing" com a pronuncia mais americana que eu já tinha ouvido, virei-me para as Alemãs e disse-lhes: "this is the typical american, the true one". Foi ai que um tipo se levantou da cama e disse: "Not all the americans speak like him". Uma situação um pouco embaraçosa mas tudo acabou bem com este outro americano a acabar por sair à noite comnosco a uma zona de bares da cidade com um amigo do André, o Sandro, que trabalha em Paris e que nos fez uma especie de visita guiada à noite de Paris. Acabamos por ir a um bar arabe simpático. De regresso à pousada da juventude, quando já estavamos acordados quase à 20 horas voltamos a falar um pouco com as Alemãs e com uns venezuelanos que entretanto também conhecemos na pousada mas que não eram do nosso quarto embora lá tivessem passado a noite. Antes de dormir aprendi com as alemãs a dizer "eu sei falar em Alemão": Ich voiss vih ich dutch hirden can. Mas claro que não se escreve assim. Que dia.





Bonjour Monsieurs et Madames, on arrive à Paris, station de Austerlitz, dans quelques minutes. Foi com esta frase no intercomunicador do comboio que acordei às 6 e 25 da manhã. Fazia mau tempo na janela do comboio, assim como faria durante toda a estadia Paris. Paris, a capital da Europa, e noutros tempos, do mundo. A estação era grandiosa, como todos os edíficios da cidade. Mal sai do comboio com a minha mala de 20 e tal kg procuramos a estação de metro mais próxima para ir para o auberge de jeunesse 3 ducks, que tinhamos reservado na internet. A pousada de juventude tinha um bar simpático mas uns quartos e umas casas de banho um pouco beras.

De toute façon, mais importante do que os sítios são as pessoas, e viriamos a conhecer duas alemãs bem simpáticas e um americano também muito porreiro no quarto para 8 em que dormimos. Mal pousamos as malas fomos a pé em direcção à Tour Eiffeil que ficava só a 15 minutos a pé do sítio onde ficámos. Depois de alguns quarteirões, lá estava ela, majestosa, imponente, indiferente ao passar dos 117 anos desde a sua construção para a exposição internacional de Paris de 1889. Já a tinha visto mas pareceu que foi a primeira vez, com 11 anos não ligamos a estas coisas.



O tempo estava não estava famoso, mas seria o melhor que conseguiriamos em Paris, depois deste dia ficou sempre a chover. Chegamos às 9 e 25 à torre, os elevadores abriam às 9 e meia, perfeito. Primeiro andar, o edíficio do Trocadéro era enorme, segundo andar, o seine começava a mostrar os seus contornos, a natureza a delinear os contornos de uma grande cidade, sommeil (topo), uma cidade sem limites em 360º a 287 metros de altura, vraiment uncroyable. Cidade a toda a volta até ao limite do humanamente possível de observar. A olho nu deu para ver o petit palais ao lado do grand palais, o trócádero, o hotel des invalides, a avenida dos champs elysées delimitada pelo Louvre e pelo obelisco de um dos lados e pelo arco do triunfo do outro. Deu para ver ainda a parte nova da cidade, la defénse, com os seus arranha céus imponentes. Ficamos seguramente uma hora a tirar fotografias, a fazer videos, ou simplesmente a aproveitar um momento invulgar.






Depois deste momento seguimos também a pé em direcção ao arco do triunfo. Quando lá chegámos, já com 5 km nas pernas, o trânsito de Paris já se fazia notar a meio da manhã. Como queria ter feito aquela rotunda enorme também no meu carro, estava tanta gente a conduzir ali naquele momento, talvez um dia... Depois de ver aquele monumento enorme onde se cruzam 11 das mais importantes avenidas de Paris seguimos a pé pela avenida dos champs elysées até ao grand palais e ao petit palais, dois palacios imponentes (o petit palais seria sem sombra de dúvidas o maior monumento de Portugal caso estivesse em Lisboa). Pelo caminho, havia as montras mais caras do mundo, Cartier, Louis Vuitton, Channel, mas para mim, muito mais importante, uma exposição de todos os formula 1 da renault desde o tempo do Alain Prost, o melhor piloto francês de todos os tempos. Como neste dia ainda queriamos ver o Louvre, deixamos para outro dia a visita a esta exposição. Depois de passarmos duas vezes sobre o Seine e de comermos o almoço à chuva fomos até ao maior museu do mundo, mas não sem antes bebermos uma super bock na praça da concórdia, bem ao pé do obelisco.
Cheers a Paris, claro.






Quando entramos no Louvre já tinhamos seguramente mais de 10 km nas pernas e mal eu sabia que iamos fazer outros 10 km dentro de um museu que eu não me engano muito na comparação se disser que é mais ou menos do tamanho do centro de Aveiro, bairro do liceu incluido. A entrada é magnífica, uma piramide em vidro muito moderna, pela qual se desce para uma enorme sala, o choque entre o moderno e o antigo em que se conseguiu realçar o antigo em vez de o estragar. Foram 6 horas e meia de Louvre. Não, não perdemos muito tempo em cada obra de arte, pelo contrário, vimos tudo a correr e houve uma ala do museu que não chegamos a visitar. É mesmo muito grande. Não é o estilo de arte que mais aprecio, prefiro o impressionismo, mas gostei muito de ver os quadros do Delacroix, a mona lisa do Da Vinci e a Venus de milo. A parte egipcia também era muito boa.




Depois do Louvre e de jantarmos umas sandes fomos até à estalagem onde conhecemos no nosso quarto primeiro duas Alemãs muito simpáticas a quem oferecemos um copo de Bordeux, e depois dois americanos. Mas nem tudo foi tão simples assim, quando o primeiro americano que conhecemos acabou de sair do quarto depois de dizer "This city is awesome dewd" "Oh man, thats amazing" com a pronuncia mais americana que eu já tinha ouvido, virei-me para as Alemãs e disse-lhes: "this is the typical american, the true one". Foi ai que um tipo se levantou da cama e disse: "Not all the americans speak like him". Uma situação um pouco embaraçosa mas tudo acabou bem com este outro americano a acabar por sair à noite comnosco a uma zona de bares da cidade com um amigo do André, o Sandro, que trabalha em Paris e que nos fez uma especie de visita guiada à noite de Paris. Acabamos por ir a um bar arabe simpático. De regresso à pousada da juventude, quando já estavamos acordados quase à 20 horas voltamos a falar um pouco com as Alemãs e com uns venezuelanos que entretanto também conhecemos na pousada mas que não eram do nosso quarto embora lá tivessem passado a noite. Antes de dormir aprendi com as alemãs a dizer "eu sei falar em Alemão": Ich voiss vih ich dutch hirden can. Mas claro que não se escreve assim. Que dia.





23/03/06
Neste dia preparei a comida e a mala de cerca de 20kg para levar para Paris. Saberia mais tarde que não se levam 3 pares de calças, 3 camisolas e 3 casacos numa viagem de 4 dias onde se vai andar a pé com a mala... Para além de tudo isto levei sumos com fartura, sandes, bolachas e algumas cervejas em vidro. Já dizia o outro, quando a cabeça não tem juizo, o corpo é que paga, e neste caso pagou bem! O Ricardo levou-me a mim, ao Jorge (lê-se Heorhe) e ao André às 11 da noite para a estação. Quando entrei no comboio fui assaltado por alguma intranquilidade, ir para Paris um pouco sem destino com pessoas que conheço mal, num País estranho. Mas não, as pessoas conheço à um mês mas já passei mais tempo com elas do que com algumas pessoas que conheço à anos. À França, estou cá há mês e meio mas em algumas coisas sinto que a conheço melhor do que ao meu próprio País. E a França, tenho de dizer, já a sinto um pouco minha também. O comboio não era um TGV mas era um comboio nocturno com câmaras de 6 camas, dormiu-se pouco mas bem.
Neste dia preparei a comida e a mala de cerca de 20kg para levar para Paris. Saberia mais tarde que não se levam 3 pares de calças, 3 camisolas e 3 casacos numa viagem de 4 dias onde se vai andar a pé com a mala... Para além de tudo isto levei sumos com fartura, sandes, bolachas e algumas cervejas em vidro. Já dizia o outro, quando a cabeça não tem juizo, o corpo é que paga, e neste caso pagou bem! O Ricardo levou-me a mim, ao Jorge (lê-se Heorhe) e ao André às 11 da noite para a estação. Quando entrei no comboio fui assaltado por alguma intranquilidade, ir para Paris um pouco sem destino com pessoas que conheço mal, num País estranho. Mas não, as pessoas conheço à um mês mas já passei mais tempo com elas do que com algumas pessoas que conheço à anos. À França, estou cá há mês e meio mas em algumas coisas sinto que a conheço melhor do que ao meu próprio País. E a França, tenho de dizer, já a sinto um pouco minha também. O comboio não era um TGV mas era um comboio nocturno com câmaras de 6 camas, dormiu-se pouco mas bem.
22/03/06
Dia sem nada de mais, aula de frances com a Marju e com o Leandro e ver o sporting 4 - porto 5. Não tendo nada de interessante para contar, aproveito antes para deixar algumas frases de pessoas com bastante mais para contar do que eu:
O conhecido é finito, o desconhecido infinito, intelectualmente estamos numa ilha no meio de um oceano de inexplicabilidade. O nosso dever em cada geração é recuperar um pouco mais de terra. (T. H. Huxley, 1887)
O seu dom peculiar era a capacidade de manter continuamente no seu espírito um problema mental até que conseguisse ver através dele. (Keynes acerca de Newton)
A ironia da vida é que ela é vivida para a frente mas entendida para trás. (Soren Kierkgaard)
A descoberta consiste em ver o que toda a gente viu e pensar o que ninguém pensou. (Albert Von Szent-Gyorgyi)
Não é no espaço que devo procurar a minha dignidade, mas na direcção do meu pensamento. Não terei mais que possuir mundos. No espaço, o universo cerca-me e engole-me como um àtomo: com o pensamento compreendo o mundo. (Blaise Pascal, Pensées)
Dia sem nada de mais, aula de frances com a Marju e com o Leandro e ver o sporting 4 - porto 5. Não tendo nada de interessante para contar, aproveito antes para deixar algumas frases de pessoas com bastante mais para contar do que eu:
O conhecido é finito, o desconhecido infinito, intelectualmente estamos numa ilha no meio de um oceano de inexplicabilidade. O nosso dever em cada geração é recuperar um pouco mais de terra. (T. H. Huxley, 1887)
O seu dom peculiar era a capacidade de manter continuamente no seu espírito um problema mental até que conseguisse ver através dele. (Keynes acerca de Newton)
A ironia da vida é que ela é vivida para a frente mas entendida para trás. (Soren Kierkgaard)
A descoberta consiste em ver o que toda a gente viu e pensar o que ninguém pensou. (Albert Von Szent-Gyorgyi)
Não é no espaço que devo procurar a minha dignidade, mas na direcção do meu pensamento. Não terei mais que possuir mundos. No espaço, o universo cerca-me e engole-me como um àtomo: com o pensamento compreendo o mundo. (Blaise Pascal, Pensées)
Wednesday, March 22, 2006
21/03/06
A primavera trouxe algo de bom a Toulouse. Passamos toda a tarde à beira do rio da cidade, no jardin de filtres a jogar à bola, conversar, beber cerveja e conviver com uns franceses e com um americano. Ao fim da tarde, a meio de um jogo de 6 para 6, portugueses contra o resto do mundo, a bola foi parar ao rio e a corrente levou-a para 10 metros de distância da margem. Fiquei admirado com os 6 franceses, a bola era deles e eles so olhavam em vez de se atirarem ao rio! Primeiro tirei a t-shirt, depois tirei as calças, e de cuecas e meias (ridiculo), atirei-me a um rio que seguramente não estava a muito mais de 10 graus de temperatura. Quando cheguei estava muito mais gente do que antes de sair. Estavam algumas raparigas a quem tive de dizer: "pas de filles ici!", afinal, estava de cuecas. Claro que mais tarde quando passei por elas com elas a estudar tive de dizer: "enchanté", a resposta foi, "le meme!". E é isso que é engraçado na vida, quando acordei não sabia se ia ser um dia aborrecido, ou se ia ser assim.

A primavera:

A namorada do Ricardo à beira do gelado Garonne:

A primavera trouxe algo de bom a Toulouse. Passamos toda a tarde à beira do rio da cidade, no jardin de filtres a jogar à bola, conversar, beber cerveja e conviver com uns franceses e com um americano. Ao fim da tarde, a meio de um jogo de 6 para 6, portugueses contra o resto do mundo, a bola foi parar ao rio e a corrente levou-a para 10 metros de distância da margem. Fiquei admirado com os 6 franceses, a bola era deles e eles so olhavam em vez de se atirarem ao rio! Primeiro tirei a t-shirt, depois tirei as calças, e de cuecas e meias (ridiculo), atirei-me a um rio que seguramente não estava a muito mais de 10 graus de temperatura. Quando cheguei estava muito mais gente do que antes de sair. Estavam algumas raparigas a quem tive de dizer: "pas de filles ici!", afinal, estava de cuecas. Claro que mais tarde quando passei por elas com elas a estudar tive de dizer: "enchanté", a resposta foi, "le meme!". E é isso que é engraçado na vida, quando acordei não sabia se ia ser um dia aborrecido, ou se ia ser assim.

A primavera:

A namorada do Ricardo à beira do gelado Garonne:

20/03/06
Acordei e mais uma vez fui falar com o monsieur professeur Klotz para saber se as minhas vacanças tinham chegado a um término. Ele ficou admirado por nos ver e disse que a partir de ínicio de abril nos ia contactar para estudarmos a captação do infravermelho pelas máquinas fotográficas ccd. Muito bem, para miudos, qualquer coisa como mais 2 semanitas de férias, super! De tarde joguei com o Nelo e com o Leandro à sueca com a finlandesa. À sueca com a finlandesa, isso mesmo! Depois disso fomos com ela e com o André vegetar um bocado (não fazer nada) para a beira do rio, o Garonne. Esteve-se lá muito bem, com temperaturas já mais portuguesas (22 graus). Aproveitei para tirar algumas fotografias ao pessoal e à paisagem com a máquina lomográfica que a Inês me ofereceu no natal, sim, aquelas que tiram 4 ou 9 fotografias de uma vez para apanhar o movimento. De noite estivemos a rir um bocado com comedia vinda directamente de portugal por intermedio do Ricardo: gato fedorento. Reparei hoje que só desperto nas pessoas 2 sentimentos, amor e ódio. Não existe nenhum estado intermédio. Tal como a ciência, que está dentro de mim, também a minha pessoa desperta sentimentos parecidos às ciências exactas como a matemática, verdadeiro ou falso, certo ou errado, amor ou ódio. Reparei hoje que ao longo da minha vida nunca vi muitos estados intermédios na opinião que me apercebo que as pessoas têm de mim. Se for optimista digo: personalidade forte. Se for pessimista digo: egocêntrico. Mas normalmente sou pautado pelo pessimismo científico...

Acordei e mais uma vez fui falar com o monsieur professeur Klotz para saber se as minhas vacanças tinham chegado a um término. Ele ficou admirado por nos ver e disse que a partir de ínicio de abril nos ia contactar para estudarmos a captação do infravermelho pelas máquinas fotográficas ccd. Muito bem, para miudos, qualquer coisa como mais 2 semanitas de férias, super! De tarde joguei com o Nelo e com o Leandro à sueca com a finlandesa. À sueca com a finlandesa, isso mesmo! Depois disso fomos com ela e com o André vegetar um bocado (não fazer nada) para a beira do rio, o Garonne. Esteve-se lá muito bem, com temperaturas já mais portuguesas (22 graus). Aproveitei para tirar algumas fotografias ao pessoal e à paisagem com a máquina lomográfica que a Inês me ofereceu no natal, sim, aquelas que tiram 4 ou 9 fotografias de uma vez para apanhar o movimento. De noite estivemos a rir um bocado com comedia vinda directamente de portugal por intermedio do Ricardo: gato fedorento. Reparei hoje que só desperto nas pessoas 2 sentimentos, amor e ódio. Não existe nenhum estado intermédio. Tal como a ciência, que está dentro de mim, também a minha pessoa desperta sentimentos parecidos às ciências exactas como a matemática, verdadeiro ou falso, certo ou errado, amor ou ódio. Reparei hoje que ao longo da minha vida nunca vi muitos estados intermédios na opinião que me apercebo que as pessoas têm de mim. Se for optimista digo: personalidade forte. Se for pessimista digo: egocêntrico. Mas normalmente sou pautado pelo pessimismo científico...

19/03/06
Acordei tarde e a más horas, mas ainda deu tempo para almoçar à cantina. Na minha porta tinha deixado um aviso em jeito de ameaça antes de me deitar no dia anterior: "Não me acordem antes das 5 da tarde nem que seja o dia do juizo final, deitei-me de dia! Merci d'avant, Luis". Infelizmente não consegui dormir tanto como queria de manhã e tive de fazer uma siesta de dia até às 6 da tarde. De noite vi um filme como já não via um há muito tempo, "Lord of War", com o Nicolas Cage. Muito bom mesmo, masterpiece.

Acordei tarde e a más horas, mas ainda deu tempo para almoçar à cantina. Na minha porta tinha deixado um aviso em jeito de ameaça antes de me deitar no dia anterior: "Não me acordem antes das 5 da tarde nem que seja o dia do juizo final, deitei-me de dia! Merci d'avant, Luis". Infelizmente não consegui dormir tanto como queria de manhã e tive de fazer uma siesta de dia até às 6 da tarde. De noite vi um filme como já não via um há muito tempo, "Lord of War", com o Nicolas Cage. Muito bom mesmo, masterpiece.

18/03/06
Dia para jogar futebol, infelizmente não houve pessoal suficiente para fazer um jogo a serio. Picados com o jogo, fomos ao estádio do TFC saber se ainda havia bilhetes para o Toulouse-Lens. Como já não havia bilhetes para estudantes tivemos de arranjar outro programa para a noite, que mal eu sabia que so ia acabar às 7 da manhã. Depois de jantar a gang portuguesa viu um filme Inglês sobre hooligans com o Ricky, o Indiano que usa torbante. Depois do filme fomos ao centro da cidade à festa que havia na casa do Américo e do Artur, gente boa. Tavam 30 pessoas num quarto de 16 metros quadrados a curtir um som. Falei com um catalão e disse-lhe que o benfica vai ganhar ao barça, ate lhe mostrei o cartão de socio. Depois dessa festa, onde o Ricky com o seu turbante e a tirar caricas às cervejas com os dentes, já tinha metido conversa com umas raparigas, fui conhecer a praça do peixe cá do sitio, a place de St Pierre. Não é má, mas a praça do peixe mete-a a um canto, impossivel comparar a qualidade dos bares em Aveiro e em Toulouse. Aqui o pessoal é mais diversificado e fala-se com muita gente diferente, mas os bares em si, e principalmente o som, não me deixou muito impressionado. O ultimo bar em que entramos era o melhorzito, ao menos tinha ar respirável, o bar basco. Ao fim da noite ainda andamos no centro a cidade à procura de uma bomba de gasolina, o que é quase impossível. Ao fim de uns quantos "Monsieur, j'ai besoin de l'essence, où est-ce que je peux le trouver?" acabamos por dar com uma. Sair à noite com um tipo de turbante é uma experiência um pouco estranha, porque onde quer que entremos, toda a gente fica a olhar para nós como que a ver quando é que o tipo vai carregar no botão do cinto. Depois de meter essence ainda fomos à gare de Matabiau dar boleia à Angela, a namorada do Ricardo, que o tinha vindo visitar durante 10 dias.
Dia para jogar futebol, infelizmente não houve pessoal suficiente para fazer um jogo a serio. Picados com o jogo, fomos ao estádio do TFC saber se ainda havia bilhetes para o Toulouse-Lens. Como já não havia bilhetes para estudantes tivemos de arranjar outro programa para a noite, que mal eu sabia que so ia acabar às 7 da manhã. Depois de jantar a gang portuguesa viu um filme Inglês sobre hooligans com o Ricky, o Indiano que usa torbante. Depois do filme fomos ao centro da cidade à festa que havia na casa do Américo e do Artur, gente boa. Tavam 30 pessoas num quarto de 16 metros quadrados a curtir um som. Falei com um catalão e disse-lhe que o benfica vai ganhar ao barça, ate lhe mostrei o cartão de socio. Depois dessa festa, onde o Ricky com o seu turbante e a tirar caricas às cervejas com os dentes, já tinha metido conversa com umas raparigas, fui conhecer a praça do peixe cá do sitio, a place de St Pierre. Não é má, mas a praça do peixe mete-a a um canto, impossivel comparar a qualidade dos bares em Aveiro e em Toulouse. Aqui o pessoal é mais diversificado e fala-se com muita gente diferente, mas os bares em si, e principalmente o som, não me deixou muito impressionado. O ultimo bar em que entramos era o melhorzito, ao menos tinha ar respirável, o bar basco. Ao fim da noite ainda andamos no centro a cidade à procura de uma bomba de gasolina, o que é quase impossível. Ao fim de uns quantos "Monsieur, j'ai besoin de l'essence, où est-ce que je peux le trouver?" acabamos por dar com uma. Sair à noite com um tipo de turbante é uma experiência um pouco estranha, porque onde quer que entremos, toda a gente fica a olhar para nós como que a ver quando é que o tipo vai carregar no botão do cinto. Depois de meter essence ainda fomos à gare de Matabiau dar boleia à Angela, a namorada do Ricardo, que o tinha vindo visitar durante 10 dias.
17/03/06
Um dia com pouco a relatar, como acordei tarde e me deitei cedo só deu para fazer os mes affaires (lides domésticas) e ver um filme no anfiteatro da INSA, sim, aqui em frança os anfiteatros das universidades viram cinemas ao fim de semana! Malhereusement, posso ainda dizer que hoje comi muito mal mesmo na cantina da universidade, almoço: esparguete com peixe cozido cheio de espinhas. Jantar: Fatia de fiambre com centimetro e meio de altura regada de natas e vinagre. Quelle merde...
Um dia com pouco a relatar, como acordei tarde e me deitei cedo só deu para fazer os mes affaires (lides domésticas) e ver um filme no anfiteatro da INSA, sim, aqui em frança os anfiteatros das universidades viram cinemas ao fim de semana! Malhereusement, posso ainda dizer que hoje comi muito mal mesmo na cantina da universidade, almoço: esparguete com peixe cozido cheio de espinhas. Jantar: Fatia de fiambre com centimetro e meio de altura regada de natas e vinagre. Quelle merde...
16/03/06
Acordei ainda era noite escura, 6 da manhã. Mais uma vez era dia de Ski, desta vez em Paz de la casa, a 1 km da fronteira francesa. Fomos num autocarro sem nenhum pessoal jovem, so cotas! Quando chegamos, e para variar, perdemos o jantar por chegarmos 1 minuto atrasados à cantina. Fomos a casa do Caio, que para todas as situações está pronto para ajudar, perguntar como se encomendam pizzas. Não quis vir comnosco porque no dia seguinte ia para uma festa anual muito conhecida em Dublin, St Patrick day (!) mas explicou-nos como deviamos fazer. A seguir a ao jantar fomos à La Dune, a maior discoteca cá do sítio. Eu tinha em mente que a França era um Pais conservador, mas depois de ir à discoteca percebi que Portugal é que é um Pais conservador! O WC era quase uma sala de chuto, chocante! Nas pistas pode-se dizer que os garçons e as filles estavam a fazer um pouco mais do que dançar, e isto para não falar no strip feminino porque a minha namorada também lê este blog! À vinda para Rangueil às 3 e meia da manhã no autocarro ainda houve tempo para ver dois tipos, que depois soubemos serem irmãos, em estado vegetativo (vraiment!), baba a sair da boca e tudo. Perguntamos se ele a não tinham bebido demais nem nada, e um deles respondeu: C'est le prix a payer par ce nuit! Que doidos estes franceses!





Acordei ainda era noite escura, 6 da manhã. Mais uma vez era dia de Ski, desta vez em Paz de la casa, a 1 km da fronteira francesa. Fomos num autocarro sem nenhum pessoal jovem, so cotas! Quando chegamos, e para variar, perdemos o jantar por chegarmos 1 minuto atrasados à cantina. Fomos a casa do Caio, que para todas as situações está pronto para ajudar, perguntar como se encomendam pizzas. Não quis vir comnosco porque no dia seguinte ia para uma festa anual muito conhecida em Dublin, St Patrick day (!) mas explicou-nos como deviamos fazer. A seguir a ao jantar fomos à La Dune, a maior discoteca cá do sítio. Eu tinha em mente que a França era um Pais conservador, mas depois de ir à discoteca percebi que Portugal é que é um Pais conservador! O WC era quase uma sala de chuto, chocante! Nas pistas pode-se dizer que os garçons e as filles estavam a fazer um pouco mais do que dançar, e isto para não falar no strip feminino porque a minha namorada também lê este blog! À vinda para Rangueil às 3 e meia da manhã no autocarro ainda houve tempo para ver dois tipos, que depois soubemos serem irmãos, em estado vegetativo (vraiment!), baba a sair da boca e tudo. Perguntamos se ele a não tinham bebido demais nem nada, e um deles respondeu: C'est le prix a payer par ce nuit! Que doidos estes franceses!





15/03/06
Hoje o aprés midi foi passado na margem do bonito Garonne (rio de Toulouse), na total descontracção, a escrever este protótipo de diário e a ouvir um som a condizer com a relva e a vista para o rio. Pensei em como é bom estar por cá, via láctea, sistema solar, terra, principalmente quando estamos virados para a nossa estrela num sítio bonito cheio de pessoas a falar e a conviverem. Pensei para mim que se os 6 virgula qualquer coisa biliões de pessoas se pudessem encontrar na margem do Garonne com este sol pelo menos uma hora por dia a conversarem talvez houvesse esperança para este grão de poeira suspenso num raio de sol e para a sua (in)civilização. Como tudo o que é bom é efemero, passada uma hora e pouco tivemos de ir para a primeira aula de francês em França. Na aula falou-se sobre a gripe das aves e as manifestações e conheci um italiano, mais um libanês e uma alemã, a Petina. De noite ouviu-se o relato da bola no quarto do Nelo.




Hoje o aprés midi foi passado na margem do bonito Garonne (rio de Toulouse), na total descontracção, a escrever este protótipo de diário e a ouvir um som a condizer com a relva e a vista para o rio. Pensei em como é bom estar por cá, via láctea, sistema solar, terra, principalmente quando estamos virados para a nossa estrela num sítio bonito cheio de pessoas a falar e a conviverem. Pensei para mim que se os 6 virgula qualquer coisa biliões de pessoas se pudessem encontrar na margem do Garonne com este sol pelo menos uma hora por dia a conversarem talvez houvesse esperança para este grão de poeira suspenso num raio de sol e para a sua (in)civilização. Como tudo o que é bom é efemero, passada uma hora e pouco tivemos de ir para a primeira aula de francês em França. Na aula falou-se sobre a gripe das aves e as manifestações e conheci um italiano, mais um libanês e uma alemã, a Petina. De noite ouviu-se o relato da bola no quarto do Nelo.




Tuesday, March 21, 2006
14/03/06
Mais uma vez, faltei ao changement de drapes (lençois), estava ferrado na cama quando a mulher gritou a chamar os reclusos ao corredor. Depois de almoço fui com o Leandro na minha nova vélo vóle até ao centre ville (pelo caminho ainda passamos por mais uma manifestação contra o CPE na grande rotunda da cidade), mais propriamente ao berge do Garonne, o sitio onde os estudantes, trabalhadores, hippies, arabes e não só, vão conviver a partir das 4 da tarde quando faz bom tempo em toulouse. Uma reunião de convívio num sítio calmo e bonito, um hino à paz, numa cidade que me disseram estar em guerra (so o norte é assim, o sudoeste é realmente perigoso). Gostei imenso de estar la sentado meia hora a ouvir uma dupla francesa (louro de cabelo comprido na voz e guitarra e um mestiço no acordeão) a tocar musica tipicamente francesa. Só fui embora porque tinha de ir com o Ricardo e com o Nelo às compras, foi um momento precioso. Fez-me lembrar uma celebre frase do Carl Sagan, o grande astronomo e divulgador cientifico que escreveu em Pale Blue Dot: "Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas económicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história da nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol."
À noite vi o Inter 1 - Ajax 0 no QG com o Rui, Ricardo e com o Jorge.




Mais uma vez, faltei ao changement de drapes (lençois), estava ferrado na cama quando a mulher gritou a chamar os reclusos ao corredor. Depois de almoço fui com o Leandro na minha nova vélo vóle até ao centre ville (pelo caminho ainda passamos por mais uma manifestação contra o CPE na grande rotunda da cidade), mais propriamente ao berge do Garonne, o sitio onde os estudantes, trabalhadores, hippies, arabes e não só, vão conviver a partir das 4 da tarde quando faz bom tempo em toulouse. Uma reunião de convívio num sítio calmo e bonito, um hino à paz, numa cidade que me disseram estar em guerra (so o norte é assim, o sudoeste é realmente perigoso). Gostei imenso de estar la sentado meia hora a ouvir uma dupla francesa (louro de cabelo comprido na voz e guitarra e um mestiço no acordeão) a tocar musica tipicamente francesa. Só fui embora porque tinha de ir com o Ricardo e com o Nelo às compras, foi um momento precioso. Fez-me lembrar uma celebre frase do Carl Sagan, o grande astronomo e divulgador cientifico que escreveu em Pale Blue Dot: "Toda a nossa mistura de alegria e sofrimento, todas as inúmeras religiões, ideologias e doutrinas económicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, todas as crianças, todos os inventores e exploradores, professores de moral, políticos corruptos, "superastros", "líderes supremos", todos os santos e pecadores da história da nossa espécie, ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol."
À noite vi o Inter 1 - Ajax 0 no QG com o Rui, Ricardo e com o Jorge.




12/03/06
Acordei e despedi-me da Inês e dos meus pais que iam fazer 11 horas de automóvel até Portugal. Depois disso, e como ainda eram horas, fui à feira de St Sernin com a expectativa de conseguir comprar uma vélo vóle (bicicleta roubada) por cerca de 40 euros como faz toda a gente. A regatear à portuguesa consegui comprar uma por 32 euros e o Leandro levou uma por 25 euros (!). Metemos tudo no carro e fomos almoçar. De tarde estivemos a lavar roupa mas depois fomos jogar à bola 7-7 num jogo de erasmus. Foi porreiro mas fiquei completement fatiguée. À noite conheci em casa do Caio um Argentino, o Pablo. Era muito porreiro mas perguntei aos dois se era possível um argentino e um brasileiro conviverem! O Caio depois de eu dizer isto foi logo mostrar as suas piadas contra argentinos que tinha no computador. Apesar de tudo o Pablo disse que a rivalidade dos argentinos era mais contra os chilenos do que contra os brasileiros.
Como podem ver, a Inês deixou-me o quarto todo desarrumado!



Vamos lá ver de depois de amanhã não falto outra vez ao changement de draps!

Acordei e despedi-me da Inês e dos meus pais que iam fazer 11 horas de automóvel até Portugal. Depois disso, e como ainda eram horas, fui à feira de St Sernin com a expectativa de conseguir comprar uma vélo vóle (bicicleta roubada) por cerca de 40 euros como faz toda a gente. A regatear à portuguesa consegui comprar uma por 32 euros e o Leandro levou uma por 25 euros (!). Metemos tudo no carro e fomos almoçar. De tarde estivemos a lavar roupa mas depois fomos jogar à bola 7-7 num jogo de erasmus. Foi porreiro mas fiquei completement fatiguée. À noite conheci em casa do Caio um Argentino, o Pablo. Era muito porreiro mas perguntei aos dois se era possível um argentino e um brasileiro conviverem! O Caio depois de eu dizer isto foi logo mostrar as suas piadas contra argentinos que tinha no computador. Apesar de tudo o Pablo disse que a rivalidade dos argentinos era mais contra os chilenos do que contra os brasileiros.
Como podem ver, a Inês deixou-me o quarto todo desarrumado!



Vamos lá ver de depois de amanhã não falto outra vez ao changement de draps!

13/03/06
Hoje ao levantar a cortina do quarto e achei que era o dia ideal para visitar o castelo de Carcassonne. Ao almoço combinei com o Leandro e acabamos por levar também o Nelo, o Ricardo e o Nuno. A viagem fez-se numa horita com campos verdejantes à esquerda e pírinéus à direita. Quando chegamos à zona do castelo ficámos bastante bem impressionados, o castelo era mesmo enorme, 2 km de períferia e torres imponentes. Tivemos uma visita guiada com um José Hermano saraiva, versão 120 Kg, que nos explicou tudo sobre o castelo. Depois fizemos um piquenique com vista para a muralha e para o rio que passa perto do castelo.





Hoje ao levantar a cortina do quarto e achei que era o dia ideal para visitar o castelo de Carcassonne. Ao almoço combinei com o Leandro e acabamos por levar também o Nelo, o Ricardo e o Nuno. A viagem fez-se numa horita com campos verdejantes à esquerda e pírinéus à direita. Quando chegamos à zona do castelo ficámos bastante bem impressionados, o castelo era mesmo enorme, 2 km de períferia e torres imponentes. Tivemos uma visita guiada com um José Hermano saraiva, versão 120 Kg, que nos explicou tudo sobre o castelo. Depois fizemos um piquenique com vista para a muralha e para o rio que passa perto do castelo.





