Thursday, March 30, 2006
24/03/06
Bonjour Monsieurs et Madames, on arrive à Paris, station de Austerlitz, dans quelques minutes. Foi com esta frase no intercomunicador do comboio que acordei às 6 e 25 da manhã. Fazia mau tempo na janela do comboio, assim como faria durante toda a estadia Paris. Paris, a capital da Europa, e noutros tempos, do mundo. A estação era grandiosa, como todos os edíficios da cidade. Mal sai do comboio com a minha mala de 20 e tal kg procuramos a estação de metro mais próxima para ir para o auberge de jeunesse 3 ducks, que tinhamos reservado na internet. A pousada de juventude tinha um bar simpático mas uns quartos e umas casas de banho um pouco beras.

De toute façon, mais importante do que os sítios são as pessoas, e viriamos a conhecer duas alemãs bem simpáticas e um americano também muito porreiro no quarto para 8 em que dormimos. Mal pousamos as malas fomos a pé em direcção à Tour Eiffeil que ficava só a 15 minutos a pé do sítio onde ficámos. Depois de alguns quarteirões, lá estava ela, majestosa, imponente, indiferente ao passar dos 117 anos desde a sua construção para a exposição internacional de Paris de 1889. Já a tinha visto mas pareceu que foi a primeira vez, com 11 anos não ligamos a estas coisas.



O tempo estava não estava famoso, mas seria o melhor que conseguiriamos em Paris, depois deste dia ficou sempre a chover. Chegamos às 9 e 25 à torre, os elevadores abriam às 9 e meia, perfeito. Primeiro andar, o edíficio do Trocadéro era enorme, segundo andar, o seine começava a mostrar os seus contornos, a natureza a delinear os contornos de uma grande cidade, sommeil (topo), uma cidade sem limites em 360º a 287 metros de altura, vraiment uncroyable. Cidade a toda a volta até ao limite do humanamente possível de observar. A olho nu deu para ver o petit palais ao lado do grand palais, o trócádero, o hotel des invalides, a avenida dos champs elysées delimitada pelo Louvre e pelo obelisco de um dos lados e pelo arco do triunfo do outro. Deu para ver ainda a parte nova da cidade, la defénse, com os seus arranha céus imponentes. Ficamos seguramente uma hora a tirar fotografias, a fazer videos, ou simplesmente a aproveitar um momento invulgar.






Depois deste momento seguimos também a pé em direcção ao arco do triunfo. Quando lá chegámos, já com 5 km nas pernas, o trânsito de Paris já se fazia notar a meio da manhã. Como queria ter feito aquela rotunda enorme também no meu carro, estava tanta gente a conduzir ali naquele momento, talvez um dia... Depois de ver aquele monumento enorme onde se cruzam 11 das mais importantes avenidas de Paris seguimos a pé pela avenida dos champs elysées até ao grand palais e ao petit palais, dois palacios imponentes (o petit palais seria sem sombra de dúvidas o maior monumento de Portugal caso estivesse em Lisboa). Pelo caminho, havia as montras mais caras do mundo, Cartier, Louis Vuitton, Channel, mas para mim, muito mais importante, uma exposição de todos os formula 1 da renault desde o tempo do Alain Prost, o melhor piloto francês de todos os tempos. Como neste dia ainda queriamos ver o Louvre, deixamos para outro dia a visita a esta exposição. Depois de passarmos duas vezes sobre o Seine e de comermos o almoço à chuva fomos até ao maior museu do mundo, mas não sem antes bebermos uma super bock na praça da concórdia, bem ao pé do obelisco.
Cheers a Paris, claro.






Quando entramos no Louvre já tinhamos seguramente mais de 10 km nas pernas e mal eu sabia que iamos fazer outros 10 km dentro de um museu que eu não me engano muito na comparação se disser que é mais ou menos do tamanho do centro de Aveiro, bairro do liceu incluido. A entrada é magnífica, uma piramide em vidro muito moderna, pela qual se desce para uma enorme sala, o choque entre o moderno e o antigo em que se conseguiu realçar o antigo em vez de o estragar. Foram 6 horas e meia de Louvre. Não, não perdemos muito tempo em cada obra de arte, pelo contrário, vimos tudo a correr e houve uma ala do museu que não chegamos a visitar. É mesmo muito grande. Não é o estilo de arte que mais aprecio, prefiro o impressionismo, mas gostei muito de ver os quadros do Delacroix, a mona lisa do Da Vinci e a Venus de milo. A parte egipcia também era muito boa.




Depois do Louvre e de jantarmos umas sandes fomos até à estalagem onde conhecemos no nosso quarto primeiro duas Alemãs muito simpáticas a quem oferecemos um copo de Bordeux, e depois dois americanos. Mas nem tudo foi tão simples assim, quando o primeiro americano que conhecemos acabou de sair do quarto depois de dizer "This city is awesome dewd" "Oh man, thats amazing" com a pronuncia mais americana que eu já tinha ouvido, virei-me para as Alemãs e disse-lhes: "this is the typical american, the true one". Foi ai que um tipo se levantou da cama e disse: "Not all the americans speak like him". Uma situação um pouco embaraçosa mas tudo acabou bem com este outro americano a acabar por sair à noite comnosco a uma zona de bares da cidade com um amigo do André, o Sandro, que trabalha em Paris e que nos fez uma especie de visita guiada à noite de Paris. Acabamos por ir a um bar arabe simpático. De regresso à pousada da juventude, quando já estavamos acordados quase à 20 horas voltamos a falar um pouco com as Alemãs e com uns venezuelanos que entretanto também conhecemos na pousada mas que não eram do nosso quarto embora lá tivessem passado a noite. Antes de dormir aprendi com as alemãs a dizer "eu sei falar em Alemão": Ich voiss vih ich dutch hirden can. Mas claro que não se escreve assim. Que dia.





Bonjour Monsieurs et Madames, on arrive à Paris, station de Austerlitz, dans quelques minutes. Foi com esta frase no intercomunicador do comboio que acordei às 6 e 25 da manhã. Fazia mau tempo na janela do comboio, assim como faria durante toda a estadia Paris. Paris, a capital da Europa, e noutros tempos, do mundo. A estação era grandiosa, como todos os edíficios da cidade. Mal sai do comboio com a minha mala de 20 e tal kg procuramos a estação de metro mais próxima para ir para o auberge de jeunesse 3 ducks, que tinhamos reservado na internet. A pousada de juventude tinha um bar simpático mas uns quartos e umas casas de banho um pouco beras.

De toute façon, mais importante do que os sítios são as pessoas, e viriamos a conhecer duas alemãs bem simpáticas e um americano também muito porreiro no quarto para 8 em que dormimos. Mal pousamos as malas fomos a pé em direcção à Tour Eiffeil que ficava só a 15 minutos a pé do sítio onde ficámos. Depois de alguns quarteirões, lá estava ela, majestosa, imponente, indiferente ao passar dos 117 anos desde a sua construção para a exposição internacional de Paris de 1889. Já a tinha visto mas pareceu que foi a primeira vez, com 11 anos não ligamos a estas coisas.



O tempo estava não estava famoso, mas seria o melhor que conseguiriamos em Paris, depois deste dia ficou sempre a chover. Chegamos às 9 e 25 à torre, os elevadores abriam às 9 e meia, perfeito. Primeiro andar, o edíficio do Trocadéro era enorme, segundo andar, o seine começava a mostrar os seus contornos, a natureza a delinear os contornos de uma grande cidade, sommeil (topo), uma cidade sem limites em 360º a 287 metros de altura, vraiment uncroyable. Cidade a toda a volta até ao limite do humanamente possível de observar. A olho nu deu para ver o petit palais ao lado do grand palais, o trócádero, o hotel des invalides, a avenida dos champs elysées delimitada pelo Louvre e pelo obelisco de um dos lados e pelo arco do triunfo do outro. Deu para ver ainda a parte nova da cidade, la defénse, com os seus arranha céus imponentes. Ficamos seguramente uma hora a tirar fotografias, a fazer videos, ou simplesmente a aproveitar um momento invulgar.






Depois deste momento seguimos também a pé em direcção ao arco do triunfo. Quando lá chegámos, já com 5 km nas pernas, o trânsito de Paris já se fazia notar a meio da manhã. Como queria ter feito aquela rotunda enorme também no meu carro, estava tanta gente a conduzir ali naquele momento, talvez um dia... Depois de ver aquele monumento enorme onde se cruzam 11 das mais importantes avenidas de Paris seguimos a pé pela avenida dos champs elysées até ao grand palais e ao petit palais, dois palacios imponentes (o petit palais seria sem sombra de dúvidas o maior monumento de Portugal caso estivesse em Lisboa). Pelo caminho, havia as montras mais caras do mundo, Cartier, Louis Vuitton, Channel, mas para mim, muito mais importante, uma exposição de todos os formula 1 da renault desde o tempo do Alain Prost, o melhor piloto francês de todos os tempos. Como neste dia ainda queriamos ver o Louvre, deixamos para outro dia a visita a esta exposição. Depois de passarmos duas vezes sobre o Seine e de comermos o almoço à chuva fomos até ao maior museu do mundo, mas não sem antes bebermos uma super bock na praça da concórdia, bem ao pé do obelisco.
Cheers a Paris, claro.






Quando entramos no Louvre já tinhamos seguramente mais de 10 km nas pernas e mal eu sabia que iamos fazer outros 10 km dentro de um museu que eu não me engano muito na comparação se disser que é mais ou menos do tamanho do centro de Aveiro, bairro do liceu incluido. A entrada é magnífica, uma piramide em vidro muito moderna, pela qual se desce para uma enorme sala, o choque entre o moderno e o antigo em que se conseguiu realçar o antigo em vez de o estragar. Foram 6 horas e meia de Louvre. Não, não perdemos muito tempo em cada obra de arte, pelo contrário, vimos tudo a correr e houve uma ala do museu que não chegamos a visitar. É mesmo muito grande. Não é o estilo de arte que mais aprecio, prefiro o impressionismo, mas gostei muito de ver os quadros do Delacroix, a mona lisa do Da Vinci e a Venus de milo. A parte egipcia também era muito boa.




Depois do Louvre e de jantarmos umas sandes fomos até à estalagem onde conhecemos no nosso quarto primeiro duas Alemãs muito simpáticas a quem oferecemos um copo de Bordeux, e depois dois americanos. Mas nem tudo foi tão simples assim, quando o primeiro americano que conhecemos acabou de sair do quarto depois de dizer "This city is awesome dewd" "Oh man, thats amazing" com a pronuncia mais americana que eu já tinha ouvido, virei-me para as Alemãs e disse-lhes: "this is the typical american, the true one". Foi ai que um tipo se levantou da cama e disse: "Not all the americans speak like him". Uma situação um pouco embaraçosa mas tudo acabou bem com este outro americano a acabar por sair à noite comnosco a uma zona de bares da cidade com um amigo do André, o Sandro, que trabalha em Paris e que nos fez uma especie de visita guiada à noite de Paris. Acabamos por ir a um bar arabe simpático. De regresso à pousada da juventude, quando já estavamos acordados quase à 20 horas voltamos a falar um pouco com as Alemãs e com uns venezuelanos que entretanto também conhecemos na pousada mas que não eram do nosso quarto embora lá tivessem passado a noite. Antes de dormir aprendi com as alemãs a dizer "eu sei falar em Alemão": Ich voiss vih ich dutch hirden can. Mas claro que não se escreve assim. Que dia.





