Sunday, April 09, 2006
05/04/06
Não conseguindo mais uma vez falar com o nosso coordenador, fui com o Leandro à Daurade, ler um livro para a beira do Rio. Ao pé de nós sentaram-se 2 raparigas a desenhar a Pont Neuf e a paisagem. Lucie et Diane, as arquitectas. Tivemos na companhia delas a ver o que iam desenhando. Desenham muito pior que a minha namorada, mas não estava nada mal. Depois começaram a desenhar de forma bem diferente, tive de dizer: "vous avez changé le realisme par l'impressionisme, ça c'est presque un kandinsky!".
Depois fui correr sozinho para o canal, fazia bom tempo, as pessoas estavam felizes a correr, a patinar ou a andar de bicicleta, casais de namorados iam trocando beijos enquanto apreciavam a paisagem. Pensei como talvez ainda possa haver esperança para a raça humana se as pessoas trocarem o amor aos deuses por amor aos outros sem recurso ao sobrenatural.
E para terminar um pouco de Beatles:
"And when the night is cloudy, there is still a light that shines on me, shine until tomorrow, let it be" (Paul McCartney, 1970)
Não conseguindo mais uma vez falar com o nosso coordenador, fui com o Leandro à Daurade, ler um livro para a beira do Rio. Ao pé de nós sentaram-se 2 raparigas a desenhar a Pont Neuf e a paisagem. Lucie et Diane, as arquitectas. Tivemos na companhia delas a ver o que iam desenhando. Desenham muito pior que a minha namorada, mas não estava nada mal. Depois começaram a desenhar de forma bem diferente, tive de dizer: "vous avez changé le realisme par l'impressionisme, ça c'est presque un kandinsky!".
Depois fui correr sozinho para o canal, fazia bom tempo, as pessoas estavam felizes a correr, a patinar ou a andar de bicicleta, casais de namorados iam trocando beijos enquanto apreciavam a paisagem. Pensei como talvez ainda possa haver esperança para a raça humana se as pessoas trocarem o amor aos deuses por amor aos outros sem recurso ao sobrenatural.
E para terminar um pouco de Beatles:
"And when the night is cloudy, there is still a light that shines on me, shine until tomorrow, let it be" (Paul McCartney, 1970)
