Saturday, April 01, 2006
25/03/06
Tal como tinhamos pedido na noite anterior, fomos acordados pelas Alemãs às 8 da manhã, elas não vinham aos mesmos sítios que nós de Paris porque já os tinham visitado, já estavam em Paris à mais tempo. Fomos ao bar tomar o pequeno almoço e depois redigi uma pequena folha de papel em Inglês para agradecer às Alemãs a companhia e a simpatia na noite anterior. Neste dia tinhamos muito para ver, ia ser outro dia longo. Começamos pelo sacre coeur, que ficava a 20 minutos a pé (sempre a subir porque fica no cimo de uma colina) do hotel onde deixamos as malas depois de sair da pousada da juventude. Perto do monumento haviam algumas praças onde dezenas de artistas faziam retratos, caricaturas e onde vendiam desenhos de paris. A catedral é enorme, vê-se à distância, imponente.



Porém, a catedral que visitariamos em seguida era ainda maior, a catedral de notre dame, magníficamente trabalhada por fora, enorme por dentro. Pena estarem tantos turistas como nós por lá, mal se conseguia ver aquilo calmamente lá dentro. Deu ainda tempo para um passar à beira do seine mas só por cima do muro porque o rio estava cheio.



Depois disto, o André foi para um festival internacional de artes marciais (ele practica karate) e eu e o Jorge fomos ver uma das melhores colecções de impressionismo do mundo, a colecção Philips, que costuma estar em Nova Iorque, mas que estaria em Paris somente até ao dia seguinte (!). Um regalo para os olhos e para quem como eu gosta mais deste periodo da pintura do que do realismo que existe às carradas no Louvre. 5 salas que para mim valeram o mesmo que as 500 do Louvre. Estavam lá todos, Manet, Monet, Cezanne, Picasso, Renoir (incluindo o seu melhor quadro), Degas, Van Gogh... Espectacular, o Jorge também gostou imenso. Fizemos visita guiada por auscutadores. Valeu inclusivé a hora e meia de fila à chuva pela qual tivemos de passar!
Chegamos ao hotel já passava das 11 da noite. Depois de tomarmos um banho e de esperarmos pelo André que acabava de chegar ouvimos imensas pessoas a entrar no quarto ao lado. Como os latinos são curiosos fomos ver quem era. Eis que acabava de chegar uma excursão de inglesas de 18 anos ao hotel, atrás, o professor, que já tinha ouvido algumas frases que vinham do nosso quarto do genero "were are you from" ou "what's your name", passou no nosso quarto com cara de mau e disse: "you guys leave the girls alone". Mal acabou de dizer isto nós fechamos a porta mas entretanto o André lembra-se de uma genial: "Opá, e se nos abrissemos a porta e cantássemos aquela: Hey, teacher, leave the kids alone". E foi o que fizemos, ainda estava o professor a subir as escadas para ir para o seu quarto quando entoámos em conjunto a versão um pouco modificada: "Hey, teacher, leave the girls alone".
Depois disto, quando já passava da 1 da manhã, e como não podia deixar de ser, fomos à zona nocturna mais conhecida de Paris, a zona do Moulin Rouge. Tinha para mim que era o sitio onde se encontrava a fina flor (creme de le creme) parisiense, as pessoas bem vestidas a chegarem em rolls ou jag. Mas não, so droga e putedo misturados com sex shops e pessoal de aspecto muito duvidoso. Achei graça por ser um ambiente que não se encontra todos os dias, mas estava longe do que tinha em mente. O edíficio do moulin rouge é espectacular, lá com o moinho todo iluminado a andar, mas os surroundings dessa zona são um bocado degradantes mesmo. Cocaine? Pute? NON!, MERCI!
Quando chegamos a casa por volta das 3 da manhã vi uma coisa que nunca tinha visto, uma pessoa a ressonar 5 segundos depois de pousar a cabeça na almofada, o pessoal da america do sul é mesmo tranquilo...
Tal como tinhamos pedido na noite anterior, fomos acordados pelas Alemãs às 8 da manhã, elas não vinham aos mesmos sítios que nós de Paris porque já os tinham visitado, já estavam em Paris à mais tempo. Fomos ao bar tomar o pequeno almoço e depois redigi uma pequena folha de papel em Inglês para agradecer às Alemãs a companhia e a simpatia na noite anterior. Neste dia tinhamos muito para ver, ia ser outro dia longo. Começamos pelo sacre coeur, que ficava a 20 minutos a pé (sempre a subir porque fica no cimo de uma colina) do hotel onde deixamos as malas depois de sair da pousada da juventude. Perto do monumento haviam algumas praças onde dezenas de artistas faziam retratos, caricaturas e onde vendiam desenhos de paris. A catedral é enorme, vê-se à distância, imponente.



Porém, a catedral que visitariamos em seguida era ainda maior, a catedral de notre dame, magníficamente trabalhada por fora, enorme por dentro. Pena estarem tantos turistas como nós por lá, mal se conseguia ver aquilo calmamente lá dentro. Deu ainda tempo para um passar à beira do seine mas só por cima do muro porque o rio estava cheio.



Depois disto, o André foi para um festival internacional de artes marciais (ele practica karate) e eu e o Jorge fomos ver uma das melhores colecções de impressionismo do mundo, a colecção Philips, que costuma estar em Nova Iorque, mas que estaria em Paris somente até ao dia seguinte (!). Um regalo para os olhos e para quem como eu gosta mais deste periodo da pintura do que do realismo que existe às carradas no Louvre. 5 salas que para mim valeram o mesmo que as 500 do Louvre. Estavam lá todos, Manet, Monet, Cezanne, Picasso, Renoir (incluindo o seu melhor quadro), Degas, Van Gogh... Espectacular, o Jorge também gostou imenso. Fizemos visita guiada por auscutadores. Valeu inclusivé a hora e meia de fila à chuva pela qual tivemos de passar!

Chegamos ao hotel já passava das 11 da noite. Depois de tomarmos um banho e de esperarmos pelo André que acabava de chegar ouvimos imensas pessoas a entrar no quarto ao lado. Como os latinos são curiosos fomos ver quem era. Eis que acabava de chegar uma excursão de inglesas de 18 anos ao hotel, atrás, o professor, que já tinha ouvido algumas frases que vinham do nosso quarto do genero "were are you from" ou "what's your name", passou no nosso quarto com cara de mau e disse: "you guys leave the girls alone". Mal acabou de dizer isto nós fechamos a porta mas entretanto o André lembra-se de uma genial: "Opá, e se nos abrissemos a porta e cantássemos aquela: Hey, teacher, leave the kids alone". E foi o que fizemos, ainda estava o professor a subir as escadas para ir para o seu quarto quando entoámos em conjunto a versão um pouco modificada: "Hey, teacher, leave the girls alone".
Depois disto, quando já passava da 1 da manhã, e como não podia deixar de ser, fomos à zona nocturna mais conhecida de Paris, a zona do Moulin Rouge. Tinha para mim que era o sitio onde se encontrava a fina flor (creme de le creme) parisiense, as pessoas bem vestidas a chegarem em rolls ou jag. Mas não, so droga e putedo misturados com sex shops e pessoal de aspecto muito duvidoso. Achei graça por ser um ambiente que não se encontra todos os dias, mas estava longe do que tinha em mente. O edíficio do moulin rouge é espectacular, lá com o moinho todo iluminado a andar, mas os surroundings dessa zona são um bocado degradantes mesmo. Cocaine? Pute? NON!, MERCI!
Quando chegamos a casa por volta das 3 da manhã vi uma coisa que nunca tinha visto, uma pessoa a ressonar 5 segundos depois de pousar a cabeça na almofada, o pessoal da america do sul é mesmo tranquilo...
