Wednesday, May 24, 2006
12/05/06
De dia estudou-se. De noite, tal como há muito tempo tinhamos combinado, deveriamos ter entrado na maior discoteca de frança, a aposia. Na verdade a noite não foi assim tão fácil. Chegamos à entrada da discoteca com um grupo, tenho de admitir, um bocado sinistro. 4 portugueses, 2 brasileiros, 3 espanhois e um indiano de turbante. Os seguranças não nos deixaram entrar. Já estavamos um pouco de cabeça perdida com a situação (a discoteca não ficava assim tão perto de Rangueil) quando de repente os seguranças mandaram um murro num tipo que felizmente não era do nosso grupo. Disse imediatamente que ia chamar a policia e que queria saber que raio de discoteca era aquela. Para meu desalento, pelos vistos em frança não é o 118 que se deve marcar. Penso que o caio ainda conseguiu saber qual era o numero e telefonou para lá, mas tudo acabou em nada. Em Toulouse felizmente, há sempre um lugar que espera pelo pessoal que não arranjou outro sitio para conviver um bocado, a la daurade, à beira do rio. Fomos todos para lá e um pouco mais tarde na noite, já na praça do capitólio, conhecemos 2 raparigas que sabiam falar qualquer coisa de português por terem feito erasmus em Toledo com outros 2 portugueses.


De dia estudou-se. De noite, tal como há muito tempo tinhamos combinado, deveriamos ter entrado na maior discoteca de frança, a aposia. Na verdade a noite não foi assim tão fácil. Chegamos à entrada da discoteca com um grupo, tenho de admitir, um bocado sinistro. 4 portugueses, 2 brasileiros, 3 espanhois e um indiano de turbante. Os seguranças não nos deixaram entrar. Já estavamos um pouco de cabeça perdida com a situação (a discoteca não ficava assim tão perto de Rangueil) quando de repente os seguranças mandaram um murro num tipo que felizmente não era do nosso grupo. Disse imediatamente que ia chamar a policia e que queria saber que raio de discoteca era aquela. Para meu desalento, pelos vistos em frança não é o 118 que se deve marcar. Penso que o caio ainda conseguiu saber qual era o numero e telefonou para lá, mas tudo acabou em nada. Em Toulouse felizmente, há sempre um lugar que espera pelo pessoal que não arranjou outro sitio para conviver um bocado, a la daurade, à beira do rio. Fomos todos para lá e um pouco mais tarde na noite, já na praça do capitólio, conhecemos 2 raparigas que sabiam falar qualquer coisa de português por terem feito erasmus em Toledo com outros 2 portugueses.


