Tuesday, June 13, 2006
03/06/06
Quando acordei apeteceu-me ir à praia, um desejo facil de concretizar em Aveiro mas um pouco mais difícil aqui, já que fica a mais de 150km a praia mais próxima. De qualquer maneira não arranjaria companhia, o pessoal anda muito apertado neste ínicio de junho. Assim sendo fui escrever e ler para a praia da cidade, o prairie de filtres, um parque relvado à beira do rio. Escrever, escrever, escrever, com uma paisagem bonita em pano de fundo, como gosto de escrever ainda que não tenha jeito nenhum para a coisa. À noite fui com o Leandro e com Marju ver o Marie Antoniette, o novo filme da filha do Coppola, a Sofia Coppola. Para quem vê o cinema como entretenimento, o filme é uma porcaria, para quem vê cinema como a 7ª arte, o filme tem uma fotografia íncrivel e uma banda sonora que encaixou como uma luva naquelas vestes e costumes do século XVIII. O filme é americano mas é gravado em Versailles, e por isso, a plateia era maioritariamente francesa.
Quando acordei apeteceu-me ir à praia, um desejo facil de concretizar em Aveiro mas um pouco mais difícil aqui, já que fica a mais de 150km a praia mais próxima. De qualquer maneira não arranjaria companhia, o pessoal anda muito apertado neste ínicio de junho. Assim sendo fui escrever e ler para a praia da cidade, o prairie de filtres, um parque relvado à beira do rio. Escrever, escrever, escrever, com uma paisagem bonita em pano de fundo, como gosto de escrever ainda que não tenha jeito nenhum para a coisa. À noite fui com o Leandro e com Marju ver o Marie Antoniette, o novo filme da filha do Coppola, a Sofia Coppola. Para quem vê o cinema como entretenimento, o filme é uma porcaria, para quem vê cinema como a 7ª arte, o filme tem uma fotografia íncrivel e uma banda sonora que encaixou como uma luva naquelas vestes e costumes do século XVIII. O filme é americano mas é gravado em Versailles, e por isso, a plateia era maioritariamente francesa.
