Wednesday, June 14, 2006

 
09/06/06

Saída em direcção a barcelona com novos tripulantes de última hora. Na verdade, os cortados de ultima hora tinham desculpas plausíveis, um estava bastante doente com sinusite, o Ricardo e o outro tinha uma aula que não podia perder, o Rafa. Os substitutos foram o Alex, um colombiano que já conhecíamos e a rapariga que está sempre pronta para seja o que for, a Marju. Uma rapariga que nos está sempre a surpreender pela positiva, às 2:30 perguntei-lhe o que ia fazer este fim de semana e se dava para estar pronta dai a meia hora para sair para Barcelona. Em cerca de 5/10 segundos fiquei a saber que queria vir connosco. Muita música no carro, bom ambiente, mas ao chegar a Figueras 2 horas depois, o Museu do Dali estava fechado. Pas de probleme, havíamos de o visitar dois dias depois à vinda para Toulouse. À chegada aquela grande metrópole, menos bonita que Londres, Paris ou Roma mas uma cidade muito especial, e sem dúvida a cidade mais viva da Europa. Não é a cidade que nunca dorme como Nova Iorque apenas por causa da siesta religiosamente cumprida por todo o bom Catalão. Se esta não fosse talvez a minha cidade preferida, não seria a 5ª vez que lá ia, e 4ª vez nos últimos 2 anos. À chegada vimos tudo dentro do carro, a sagrada família foi de propósito, queria lá passar para mostrar a quem ainda nunca tinha visto, mas no palácio da praça de Espanha tenho de admitir que passei por estar um pouco perdido. Ao chegarmos ao hostel, que apesar de ser muito fraco, ficava a 1 minuto a pé da rambla, preparamos o verdadeiro jantar português. Sandes com chouriço e vinho tinto. Primeiro estranha-se mas depois entranha-se, é o que se pode dizer acerca da relação da Marju com este tipo de jantares em cima do joelho.



Todos gozam com o meu secador mas depois acabam sempre por também o usar.

De noite conhecemos a amiga finlandesa na casa de quem a Marju iria dormir. Gente boa, fez-nos a visita guiada de Barcelona durante a noite nas duas noites que lá iríamos passar. Primeiro fomos a um bar bem porreiro no fim da rambla, bem perto do porto de Barcelona e depois tentamos ir a outro no Raval, mas este último estava cheio. Depois disto todos nos separamos. Os dois Colombianos queriam ir à praça da Catalunya ter com uns amigos, a Marju e a Oona queriam ir para casa dormir porque já era uma da matina. Os portugueses, eu e o Nelo, são "un pokito más festeros" que tudo isto e foram ver se na praça real a noite continuava. E sim continuava, ouvimos alguém a falar francês e fomos ver onde esse grupo ia a seguir. Era um grupo de 7 raparigas da ilha da reunião e um rapaz brasileiro que estavam a festejar a despedida de solteira de uma das raparigas. Com um grupo maioritariamente feminino é fácil entrar nas discotecas, mesmo sem pagar nada. Foi o que aconteceu. Às 4 da manhã chegamos a casa, daí a 5 horitas teríamos de acordar.

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